• Fabio Ritter

A importância do jogo com os pés

Lembro mais uma vez de um fundamento repetido várias vezes no Campus Soloporteros e que tem sua importância comprovada a cada rodada, o jogo com os pés. Com o goleiro sendo mais um jogador de linha, e o último da defesa, é de extrema importância que se simule nos treinamentos todas as situações de jogo nas quais o goleiro é exigido a atuar com os pés.

Foi-se o tempo que um simples balão para a frente resolvia tudo. Hoje, necessita-se de goleiros que saibam distribuir o jogo, constituindo como uma peça importante do sistema defensivo na armação da jogada de ataque. Modelos tais como Van der Sa e Rogério Ceni são bons exemplos de como atuar nessas horas. Por isso, passes curtos rasteiros, passes longos rasteiros e altos, domínio de bola com o peito, pés e coxas, lançamentos no campo de defesa pelo alto, são alguns dos fundamentos a serem treinados para os goleiros chegarem no jogo com confiança e não errar na saída de bola (não confunda com soberba e pretensão ao querer sair driblando os atacantes).

Ontem, pela Copa Sul Americana, o goleiro da Universidad Católica, do Chile, mostrou que o balão não pode ser mais considerado como a única saída para o goleiro. Na partida diante do River Plate uruguaio, o goleiro tentou dar um balão para espantar a bola, porém pegou mal e ela caiu nos pés do atacante, que mesmo de longe acertou um belo chute e fez 2 a 0.

Confira abaixo:


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