• Fabio Ritter

A volta de um ídolo – parte II

A volta de Rogério Ceni ao São Paulo teve na sua primeira partida um cenário favorável com a vitória de 1 a 0 diante do Fluminense em casa. Também é verdade que nesta partida seu gol foi poucas vezes ameaçado e o goleiro não precisou ser testado.

Já no segundo confronto, diante do Atlético Paranaense, no domingo, Ceni mostrou novamente o que muitos, não apenas eu, comentam já desde a temporada passada. O goleiro são-paulino já não parece ter a mesma agilidade, reflexo e tempo de bola dos tempos passados. Prova disso é o gol sofrido pelo seu time, no qual Paulo Baier o antecipou na saída atrasada pelo alto. Ceni saiu completamente fora de tempo e assim levou o gol.

Mas para não me focar apenas no gol, há ainda outros lances estranhos no decorrer da partida, como por exemplo uma soltada para o meio da área no segundo tempo, que se não fosse o zagueiro, a bola sobraria de graça para o atacante.

O futebol, como se sabe, vive do momento. Neste, acredito que Ceni já não esteja no auge, podendo dar o melhor para sua equipe. A torcida são-paulina espera que ele recupere logo a sua antiga forma, mas eu acredito que isso já seja muito difícil.


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