• Fabio Ritter

E o que aconteceu com o Júlio César?

De novo, Júlio César, do Botafogo, é alvo de críticas aqui no blog. Anteriormente elogiado, volta a receber críticas em razão da sua inconstância nas atuações na meta do Fogão, líder do Brasileirão.

Hoje na partida contra o Cruzeiro teve falha nos três gols sofridos na derrota por 3 a 2. O primeiro, uma falta de tempo fez o goleiro abandonar o gol quase que no meio do campo para tentar interceptar um lançamento. Acabou perdendo na corrida para o adversário que o encobriu e abriu o placar.

No segundo gol, agarrou com as mãos bola recuada pelo zagueiro. Na cobrança dos dois toques não teve o que fazer após forte chute no seu ângulo esquerdo. E por fim, uma saída mal feita em um cruzamento da esquerda fez o goleiro ser novamente encoberto e levar de cabeça o terceiro gol da noite.

O que se percebeu em todos os gols foi uma certa intranqüilidade na definição das jogadas, além de falta de tempo nas saídas de gol. Já comentei aqui que Júlio César transpira para os torcedores e para quem vê intranqüilidade. Acredito que para os jogadores deva passar o mesmo, pois seus movimentos e atitudes no campo parecem ser afobados. Novamente aconselho aqui um trabalho psicológico, pois se tratar de um fator de tranqüilidade a ser corrigido e não um problema técnico. Ainda acredito no potencial do goleiro.

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