• Fabio Ritter

Na seleção não pode

Doni, o novo goleiro titular da seleção brasileira, não pode levar um gol como o segundo sofrido ontem, na derrota contra o México pela Copa América. A falta foi bem batida é verdade, mas ela não entrou no ângulo, ou seja, entrou à meia altura no canto esquerdo de Doni. Não entendi porque ele parou no movimento de defesa. Deveria ter continuado e tirar com a mão trocada. É verdade também que ele se redimiu em uma bela defesa feita no segundo tempo, na qual defendeu com mão direita uma cabeceada a queima roupa.

Já o goleiro mexicano Ochoa teve uma partida excepcional. É verdade que contou muito com a sorte, mas fez três defesas importantíssimas. Destaco a boa defesa com as duas mãos espalmando chute sem-pulo de Afonso, a defesa no chão saindo nos pés de Robinho e a defesa em baixo com a mão direita após a cabeceada de Robinho à queima-roupa.

Ele também proporcionou um lance curioso. Em chute também de Robinho de fora da área no canto esquerdo rasteiro, o goleiro fez uma defesa estranha, uma espécie de manchete espalmando para a linha de fundo. Foi muito estranho. Mas deu certo.

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