• Fabio Ritter

Sidão começa voando

Desde a aposentadoria do M1to Rogério Ceni, o São Paulo não conseguiu encontrar um camisa 1 que passasse segurança para a sua torcida. Dênis foi o escolhido para matar no peito a pesada bola que era substituir o eterno ídolo tricolor. Na temporada passada, mesclou boas atuações com falhas comprometedoras.

Virada a página de 2016 e com a volta de Ceni ao tricolor, desta vez como técnico, o clube foi buscar um novo candidato justamente para a posição de goleiro. Sidão, que chamou a atenção dos paulistas desde o grande campeonato paulista disputado pelo Audax em 2016, foi trazido do Botafogo, onde também realizou grande Campeonato Brasileiro.

Na primeira competição como goleiro do São Paulo, Sidão revezou com Dênis, jogando um tempo cada, na Florida Cup. Na primeira partida, diante do River Plate, Sidão jogou a etapa final na partida que terminou 0 a 0. Nos pênaltis, salvou duas cobranças e classificou seu time à final da competição.

No clássico diante do Corinthians, Sidão novamente entrou nos 45 minutos finais. Após um novo empate sem gols, a competição novamente para a disputa na marca da cal. Mais uma vez, Sidão brilhou e catou, novamente, duas cobranças de pênaltis dando o título, por 4 a 3, para o São Paulo.

De quebra, o ex-goleiro botafoguense ainda levou o prêmio de melhor jogador da competição, mesmo tendo jogado de fato apenas 90 minutos. Prova de seus feitos em campo foram pra lá de importante.

Não tenho dúvidas de que Sidão sai na frente nesta disputa pela camisa 1 promovida por Ceni. Indicação do próprio treinador, Sidão mescla o moderno jogo com os pés com segurança debaixo dos postes. Será um forte candidato para ser o titular da meta tricolor neste ano.



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