• Fabio Ritter

Porque Bruno não vai para a Seleção!

Não errei no título ao colocar exclamação. É uma afirmativa mesmo e não uma indagação. Apesar de muitas pessoas e blogoleiros aqui do Guarda-Metas.com questionarem ultimamente porque o goleiro Bruno, do Flamengo, não ganha uma chance na seleção brasileira eu justifico porque.

Apesar de Bruno estar fazendo uma boa temporada, reduzindo o número de falhas e atuações inconstantes do passado, ele ainda mantém um defeito que o afasta de qualquer treinador de selecionado nacional. Não falo aqui do comportamento explosivo que levou o goleiro a bater de frente, literalmente, com Pet no vestiário. Me refiro à falta de seriedade que Bruno tem em momentos importantes como a última partida de seu clube, na final da Taça Rio.

Ao receber uma bola recuada pelo companheiro Rodrigo Alvim, Bruno ao invés de passar para seu companheiro melhor posicionado na direita, demorou-se com a bola e no final das contas resolveu tentar um drible sobre o atacante Caio. Por muito pouco não sofreu o gol. Foi beneficiado pelo juiz ainda que marcou uma falta absolutamente inexistente.


São nesses momentos, como o mesmo vivido por Bruno em partida diante do Avaí em 2009, que questionam a presença dele na seleção brasileira. Faço aqui a mesma indagação do post da partida diante do Avaí em 2009. E se ao invés de Caio, fosse Messi que estivesse ali. Será que o resultado seria o mesmo? Seria cabível o goleiro da seleção brasileira querer driblar Messi em uma final de Copa do Mundo?

Alguns irão dizer que não há comparação entre a final da Taça Rio e a final da Copa do Mundo. Certamente não tem. Mas se o atleta se porta assim, nas partidas de extrema importância para a equipe que defende, provavelmente se portará assim também nas partidas pela seleção.

Portanto, o goleiro fica mais ainda atrás dos prováveis convocados Gomes e Victor que demonstram mais estabilidade emocional e equilíbrio em suas atuações. Tais fatores, são vitais para o sucesso de um goleiro.

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