• Fabio Ritter

Escolha errada de equipamento

Um detalhe me chamou a atenção no jogo entre Atlético Paranaense e Vasco, no último domingo. E claro, não estou falando em nada da briga nas arquibancadas, mas sim do jogo dentro de campo. Repare no segundo gol do Furacão, que o goleiro do Vasco, Alessandro, escorrega ao mudar a direção da passada (a partir dos 2:05).


Olhando com atenção para a chuteira de Alessandro, reparei que não se trata de uma 6 ou 8 travas, propícias para solos fofos ou molhados. Chovia naquele dia em Joinville e a área do goleiro estava embarrada. Ou seja, não tinha outro calçado a vestir que não uma chuteira dita de trava alta.

Um erro básico, que nem goleiro amador pode cometer. Hoje temos diversas opções de calçados inclusive a preços acessíveis. O goleiro sempre deve levar na sua bolsa duas chuteiras: travas baixas (cerca de 14 cravos) e travas altas (6 a 8 cravos). Mesmo que o tempo esteja firme, uma tempestade brusca pode fazer o goleiro ter de trocar de chuteira, assim como carros de Formula 1 trocam de pneu.

Desdenhar deste fator pode ser fatal, inclusive levando a influenciar em gols sofridos, como vimos acima no gol de Alessandro.

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